Tudo sobre São Vicente em um único lugar – São Vicente Online

Encontre, avalie e compartilhe locais e empresas perto de você

Em quê você está interessado? Explore algumas das melhores dicas da cidade de São Vicente

Conheça nosso trabalho Descubra como o São Vicente Online pode ajudá-lo a encontrar tudo o que quiser.

Escolha o que fazer
À procura de um hotel acolhedor para ficar, um restaurante para comer, um museu para visitar ou um shopping para fazer compras?
Encontre o que você quer
Pesquisar e filtrar centenas de listas, ler comentários, explore fotos e encontrar o local perfeito.
Conheça novos locais
Não perca tempo, abra a mente e explores locais diferenciados e negócios inusitados. Isso é São Vicente, a primeira cidade do Brasil.

Últimas Notícias

  • Assalto inusitado deixa comerciante indignado em SP: 'Rimos de nervoso'



    Câmeras de segurança do estabelecimento registraram a ação. Proprietário diz não acreditar na situação após bandidos fugiram com 50 litros de óleo sujo. Homens invadem hamburgueria e levam apenas óleo sujo em Praia Grande Três homens invadiram uma hamburgueria em Praia Grande, no litoral de São Paulo, e levaram um tambor de 50 litros cheio de óleo sujo usado no estabelecimento. O crime aconteceu na tarde desta segunda-feira (27) e, em entrevista ao G1, o proprietário do estabelecimento afirmou que não consegue acreditar no caso inusitado. "A hamburgueria estava fechada, mas estávamos eu, minha esposa e uma funcionária lá dentro, fazendo algumas coisas", relata Renzo, dono da hamburgueria onde aconteceu o furto. "Eu e minha esposa fomos ao mercado e minha funcionária ligou dizendo que ouviu um barulho estranho, que tinha visto alguém na porta dos fundos". O proprietário decidiu, então, procurar nos registros da câmera de segurança instalada nos fundos do comércio quem tinha entrado e o que poderia ter sido levado. "Quando abrimos a imagem, não acreditei. Eles levaram nosso óleo sujo. Só isso", diz. "É difícil de acreditar, nós rimos de nervoso. Os caras se sujaram por óleo usado". O tambor, que comporta até 50 litros, estava cheio. Renzo contou que foi a primeira vez que ouviu falar em um furto do tipo na região, no bairro Balneário Flórida, em Praia Grande. "Vamos tomar providências para que ninguém mais pule o muro. A porta estava aberta, e minha funcionária estava sozinha. Poderiam ter feito qualquer outra coisa lá dentro, mas preferiram pegar o óleo e sair." Câmeras de segurança flagraram momento em que trio rouba granel de óleo sujo de hamburgueria em Praia Grande. Reprodução Nas imagens, é possível ver o momento em que um dos homens já está dentro do estabelecimento, enquanto outro fica em cima do muro, pega o tambor e passa para um terceiro criminoso, que aguarda do lado de fora. De acordo com Renzo, eles trouxeram o próprio tambor e depositaram dentro o óleo sujo que estava em recipientes da hamburgueria. A hipótese de Renzo é que o óleo seja usado para fazer sabão. "Hoje em dia a prefeitura exige que os comerciantes descartem o óleo usado com empresas cadastradas, que dão um destino correto. Não podemos mais dar para as pessoas que passam pedindo", diz. A funcionária, que aparece no fim do vídeo fechando a porta dos fundos após a fuga dos criminosos, afirmou ao proprietário que viu eles indo embora em uma Kombi branca. Por conta disso, ele acredita que os criminosos tenham invadido mais comércios. "Foi algo pensado. Por isso, divulguei nas redes sociais. Pode ser que tenham pegado de outros lugares também, precisamos ficar atentos", finaliza. Criminosos aproveitaram momento em que proprietários saíram para ir ao mercado e invadiram hamburgueria. Reprodução
  • MPF recomenda que Funai não reavalie processos de demarcação de terras indígenas em SP



    De acordo com o Ministério Público Federal, processo de demarcação de pelo menos quatro terras indígenas seriam reanalisados após determinação do presidente da Funai. Processo de demarcação das terras indígenas Peguaoty, no Vale do Ribeira, seriam reanalisados pela Funai Reprodução/Nanci Saraiva Moreira/OECD O Ministério Público Federal (MPF) recomendou à Fundação Nacional do Índio (Funai) que não reanalise quatro processos de demarcação de terras indígenas estabelecidas no Vale do Ribeira, no interior de São Paulo. Conforme divulgado nesta terça-feira (28), a etapa técnica dos processos já havia sido concluída em 2019. Segundo o Ministério Público, a reanálise solicitada pela Funai não possui justificativa ou base legal, já que os processos, tanto técnicos quanto jurídicos, haviam sido concluídos e encaminhados à presidência da Funai. Da presidência, a documentação seria enviada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), para que fosse publicados. Na recomendação, o MPF solicita que a Funai retorne os processos da Diretoria de Proteção Territorial para a presidência da fundação, para que possam ser enviados ao ministério, dentro de um prazo de 15 dias. Os processos são referentes à demarcação das terras indígenas Djaikoaty, Ka'aguay Mirim, Peguaoty e Tapy'i/Rio Branquinho, segundo aponta o MPF. A reanálise foi solicitada pelo próprio presidente da Funai, Marcelo Augusto Xavier. O Ministério Público Federal explica, também, que a revisão dos processos é ilícita por ter sido feita sem qualquer justificativa e sem fundamentação legal. O MPF considerou a ação da presidência da Funai como 'inusitada' e ilegal, além de ineficiente, uma vez que os processos de demarcação exigiram gastos de recursos públicos. Caso a recomendação não seja acatada, o MPF explica que poderá tomar as medidas cabíveis, incluindo a responsabilização pessoal do presidente da Funai.