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Últimas Notícias

  • Ciclista morre após ser atropelada por caminhão de suco de laranja em SP



    Acidente aconteceu enquanto o veículo realizava uma conversão na Avenida Santos Dumont em Guarujá, SP. Ciclista morre após ser atropelada por caminhão em Guarujá, SP G1 Santos Uma ciclista morreu após ser atropelada por um caminhão que carregava suco de laranja em Guarujá, no litoral de São Paulo. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a vítima foi atingida enquanto o veículo realizava uma conversão. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O caso foi confirmado na manhã desta segunda-feira (15). O acidente aconteceu na noite do último domingo (14), na Avenida Santos Dumont, no bairro Jardim Conceiçãozinha, em Vicente de Carvalho. Segundo os bombeiros, a vítima estava de bicicleta e transitava pela ciclovia no momento em que foi atingida. Após a colisão, a mulher acabou ficando presa embaixo do caminhão. Ainda segundo a corporação, uma viatura foi acionada para realizar a remoção da vítima da parte de baixo do veículo. Após o trabalho, a mulher foi atendida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que declarou o óbito ainda no local do acidente. Ainda não há informações a respeito da identidade da mulher. O G1 tentou contato com a Cutrale, empresa responsável pelo caminhão envolvido no acidente, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
  • Vereadora faz protesto contra derrubada de moradias caiçaras em Registro



    A vereadora Sandra Kennedy (PT), de Registro, SP, protocolou uma moção de repúdio contra a ação da Fundação Florestal de demolição das moradias. Equipes da Fundação Florestal derrubam casas de comunidade caiçara em Iguape, SP G1 Santos Moradores de comunidades tradicionais caiçaras de Iguape, no litoral de São Paulo, tiveram as casas demolidas durante uma ação da Fundação Florestal com apoio da Polícia Militar. De acordo com testemunhas, as residências foram derrubadas pelas equipes. A vereadora Sandra Kennedy (PT), de Registro, protocolou uma moção de repúdio contra ação. Segundo apurado pelo G1, as casas foram construídas em locais onde já haviam residências, localizadas na Comunidade do Rio Verde e Guaraú, em Iguape. Após denúncias de fiscais da unidades, os moradores foram autuados por crime ambiental de supressão de vegetação e foram ameaçados de que teriam as casas demolidas. A vereadora aponta que as populações que moram no local são ignoradas desde a criação da unidade de conservação, gerando conflitos entre o governo as comunidades tradicionais caiçaras do local. "Essas pessoas ocupam essas áreas há centenas de anos, tem uma linha genealógica muito bem definida, não são invasores e não podem ser tratados como tal". "Eles moravam tranquilamente na região, até que três descendentes fizeram suas casas em uma área onde já haviam tido outras construções, mas que hoje estava desocupada. Quatro meses depois dessa construção, a Fundação Florestal (administradora da UC) foi até o local e ameaçou os moradores", relata. Ainda segundo a vereadora, além da multa por crime ambiental, os moradores tiveram duas das três casas demolidas. A terceira residência, onde reside uma grávida, foi mantida por determinação da Polícia Militar, que indicou a presença da Secretaria de Assistência Social para prestação de auxílio à mulher. Sandra aponta, também, que a decisão é ilegal e arbitrária, uma vez que as comunidades caiçaras têm seus direitos de manutenção das tradições, além da ocupação de terras, garantidas por meio da Constituição Federal. "Precisamos chamar a atenção para esse problema, denunciar essas decisões arbitrárias que põe as tradições desse povo em risco". O G1 tentou contato com a Fundação Florestal, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. Moradores de comunidade caiçara de Iguape, SP, têm casas derrubadas G1 Santos