• Testes rápidos apontam que uma em cada cinco pessoas criou anticorpos contra a Covid-19 em Cubatão



    'Busão da Covid' e drive-thru registraram 18,59% de resultados positivos. Agentes de saúde testaram moradores em Cubatão (SP) Divulgação/ Prefeitura de Cubatão Um em cada cinco moradores de Cubatão (SP) já criou anticorpos para o novo coronavírus, ou seja, já teve contato com o vírus, segundo Secretaria de Saúde. A prefeitura realizou 5.825 testes rápidos com o 'Busão da Covid' e em dois dias de drive-thru, que apresentaram 18,59% de resultados positivos. Com a ação realizada no dia 8 de agosto no Parque Anilinas, o 'Busão da Covid' completou uma série de visitas em 21 localidades do município que começou no dia 29 de junho em ações descentralizadas junto às unidades de Saúde nos bairros. Em geral, foram realizados 150 testes rápidos em cada visita, com a exceção do Parque Anilinas, com mil testes. Além do Busão, a Secretaria de Saúde realizou drive-thru de testes rápidos em duas oportunidades, uma no dia 11 de julho, com mil pessoas testadas no Jardim Casqueiro (134 positivos para anticorpos), e a segunda no dia 2 de agosto, com outras mil pessoas testadas no Kartódromo (174 positivos). Os testes rápidos, que seguem sendo ofertados nas unidades de Saúde, são realizados apenas em pessoas sem sintomas, com o objetivo de verificar se houve o contato com o coronavírus. Pessoas com sintomas respiratórios, tosse, coriza ou dor de garganta devem procurar o Pronto Socorro Central ou a Unidade de Pronto Atendimento.
  • Chef revela segredos do pudim de leite com e sem furinhos; aprenda



    Chef passou a sua receita preferida de pudim de leite, mostrou como acertar na textura, na calda e no sabor. Pudim de leite feito pelo chef de cozinha Lucas Cavalcanti Lucas Cavalcanti Culinária #013: Aprenda a fazer pudim de leite com e sem furinhos O pudim de leite é uma das sobremesas mais clássicas e fáceis de se preparar. A receita, apesar de simples, é repleta de polêmicas. Pudim liso, com ou sem furinhos, cremoso ou mais consistente? E o ponto certo da calda? O chef Lucas Cavalcanti, de Santos, tirou todas essas dúvidas. Ele passou a sua receita preferida de pudim de leite, mostrou como acertar na textura, na calda e no sabor. CLIQUE AQUI E VEJA DE A a Z TODAS AS RECEITAS DO G1 SANTOS Essa reportagem faz parte da série 'Em casa', do G1, que foi criada durante a pandemia do novo coronavírus. Chefs e profissionais da gastronomia ensinam, de forma simples e direta, como fazer receitas básicas da culinária brasileira e a não errar na hora do preparo, garantindo pratos simples e gostosos no dia a dia. Pudim de leite feito pelo chef de cozinha Lucas Cavalcanti Lucas Cavalcanti Qual a receita de pudim de leite tradicional? Ingredientes da calda 200 gramas de açúcar 90 ml de água Modo de preparo: Leve uma panela ao fogo baixo e coloque o açúcar. Mexa com uma espátula e espere derreter. Depois, adicione 50 ml de água e deixe ferver. Quando a calda vai borbulhar e atingir uma cor caramelo, misture com a espátula até que a calda fique completamente lisa. Desligue o fogo e acrescente o restante da água e finalize. Despeje a calda em uma forma de furo no meio, gire a forma para caramelizar as laterais e deixe esfriar antes de colocar o pudim. Ingredientes do Pudim Duas latas de leite condensado integral (365 gramas cada) Seis ovos 350 ml de leite integral Modo de preparo: Em uma tigela, junte os ovos e o leite condensado e misture com uma espátula. Acrescente o leite e continue mexendo até obter um creme liso. Peneire o líquido e despeje a massa do pudim para a forma. Coloque a forma caramelada dentro de uma assadeira e regue com água em volta (banho-maria). Cubra com papel alumínio e leve para assar por aproximadamente 40 a 50 minutos a uma temperatura de 180ºC. O tempo pode variar de acordo com o modelo e tipo de forno. Espete um palito no pudim. Se sair limpo, o pudim está pronto. A superfície deve estar firme e o interior mais cremoso. Deixe-o esfriar e leve a geladeira por, no mínimo, 3 horas. Depois, desinforme e sirva. Pudim de leite feito pelo chef de cozinha Lucas Cavalcanti Lucas Cavalcanti Pudim com ou sem furinhos? Não existe certo ou errado. Segundo o chef, depende do gosto de cada um. Os ‘buraquinhos’ no pudim são consequência do modo de preparo. É preciso escolher qual a preferência para usar algumas técnicas e obter o resultado desejado. Para fazer um pudim sem furinhos e liso: a massa precisa ser batida na mão. O segredo é peneirar e mexer devagar para não formar ar na massa. Para fazer um pudim com furinhos: bata a massa em velocidade alta no liquidificador ou com um batedor de arame ou fuê. Outra dica é levar para assar a uma temperatura maior do que a indicada, cerca de 220°C. Calda de caramelo para o pudim de leite Lucas Cavalcanti Como não queimar a calda? Segundo o chef, é preciso estar atento ao ponto do caramelo. “Ela amarga quando ela queima. A atenção deve ser redobrada quando ela chegar na cor âmbar, em um caramelo médio. É a hora de colocar a água, misturar bem e apagar o fogo. Se passar um pouco, também não tem problema. Tem gente prefere a calda mais clarinha, tem gente que gosta de mais queimadinha”, comenta. Como desenformar meu pudim de forma perfeita? “Nunca desenforme o pudim em temperatura ambiente porque a tendência de ele rachar é grande. No mínimo, ele deve estar refrigerado por duas horas para você conseguir desenformar”, orienta. Outra dica dele é passar a forma do pudim sobre a chama do fogão acesa para derreter o caramelo. Em seguida, cubra o pudim com um prato e vire uma vez só. Dê algumas batidinhas nas laterais. A calda toda vai escorrer e a sobremesa estará pronta para ser servida. Veja mais receitas de PUDIM do Culinária #013 Pudim de caipirinha Pudim de chocolate com nozes Pudim de panetone Pudim de leite feito pelo chef de cozinha Lucas Cavalcanti Lucas Cavalcanti
  • Homem é atingido no rosto por moto que 'voou' após piloto errar manobra em SP; vídeo



    Vítima foi encaminhada a pronto-socorro de Praia Grande, no litoral paulista, e ficou internada. Polícia tenta identificar motociclista. Imagens mostram motociclista empinando moto e atropelando homem em Praia Grande, SP Imagens de uma câmera de monitoramento obtidas pelo G1 nesta sexta-feira (14) mostram um motociclista atropelando um homem, de 57 anos, após empinar o veículo em uma rua de Praia Grande, no litoral de São Paulo. Além de flagrar a manobra ilegal e o acidente, o vídeo também revela que o suspeito fugiu após o ocorrido, sem prestar socorro. Conforme apurado pelo G1, o acidente ocorreu na Rua Dorivaldo Francisco Loria, no bairro Balneário Maracanã. A câmera de monitoramento registrou o momento exato em que o motociclista passou pela via empinando a moto, perdeu o controle e atingiu o homem que que estava de pé na rua. Ao lado do condutor, estava outro motociclista. Nenhum dos dois prestou socorro à vítima. No vídeo, é possível ver que, no momento do atropelamento, o motociclista cai da moto, que 'voa' e vai parar em cima da vítima. O condutor da motocicleta chega a tira-la de cima do homem, volta para olha-lo e vai embora em seguida com o colega, enquanto a vítima permanece caída ao chão. Imagens mostram momento em que motociclista atropela pedestre em Praia Grande, SP Reprodução/Praia Grande Mil Grau Ao G1, a Polícia Militar informou que, por volta das 16h15 de quarta-feira (12), recebeu um chamado pelo 190 de que teria ocorrido um atropelamento e que o condutor da motocicleta envolvida teria fugido do local sem prestar socorro. A vítima foi socorrida ao Hospital Irmã Dulce e permanece sob cuidados médicos. Em contato com a unidade, o G1 foi informado que o hospital não tem autorização para divulgar o estado de saúde do homem. A ocorrência foi registrada na Delegacia de Polícia de Praia Grande, onde as investigações para descobrir a autoria e materialidade do crime prosseguem. A PM também tenta localizar os condutores das motocicletas. Após empinar moto, motociclista atropelou homem em Praia Grande, SP Reprodução/Praia Grande Mil Grau
  • Esposa mata a facadas marido que tentava enforcá-la com uma enxada em SP



    Mulher foi solta por se tratar de legítima defesa. Caso ocorreu em Praia Grande, no litoral paulista Caso foi registrado na Delegacia Sede de Praia Grande, SP Andressa Barboza/G1 Um homem de 36 anos foi morto com uma facada na axila, desferido pela própria esposa que tentava se defender de suas agressões, em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Ele tentava enforcá-la com o cabo de uma enxada quando a mulher o golpeou. Ela chegou a ser detida, mas foi solta por ter sido considerado legítima defesa, como informou a Polícia Civil ao G1 nesta sexta-feira (14). O caso ocorreu na madrugada desta quinta-feira (13). Policiais militares foram acionados por conta de uma briga entre um casal no bairro Trevo. Segundo o boletim de ocorrência, a esposa tentou impedir que o marido, usuário de drogas, saísse de casa, alegando que ele ficava agressivo quando estava sob efeito dos entorpecentes. Conforme o depoimento da mulher, ele 'se enfureceu' após ela pedir para que ele ficasse em casa e começou a agredi-la. A esposa ainda relatou aos policiais que ele tentou enforca-la com uma enxada durante a discussão, colocando o cabo na frente de seu pescoço e puxando. A vítima gritou por socorro e o irmão dela, que mora em frente à residência do casal, foi ajudá-la. Apesar da tentativa, ele levou uma cotovelada do homem. Quando o esposo atingiu o irmão da vítima, ela viu uma faca na cintura dele e a puxou, desferindo um golpe como forma de parar a agressão. A mulher acreditou que tinha atingido a perna do homem, e mesmo depois do golpe ele ainda puxou os cabelos da companheira até o chão. Entretanto, o golpe desferido atingiu a região da axila do homem. Apesar de ser atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), ele não resistiu ao ferimento. Segundo a polícia, apesar de não ter contra ele nenhum boletim por violência doméstica, o agressor era procurado pela Justiça por outro crime, após um mandado de prisão expedido em outubro de 2019. Após acionada a Polícia Civil, a esposa foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML), onde um laudo constatou a agressão do marido. Diante dos fatos apresentados, a mulher não foi presa, por se tratar de legítima defesa. A faca e a enxada foram apreendidas e o caso registrado como homicídio simples na Delegacia Sede de Praia Grande.
  • Brasileiros presos no Peru há 4 meses dividem casa com carrapatos: 'Medo'



    Rhanna Martins Franco, de 22 anos, compartilhou pedido de ajuda nas redes sociais para que ela e outros 180 brasileiros no país consigam ser repatriados. Casal está 'preso' no Peru, sem conseguir voltar para o Brasil, desde março Arquivo pessoal/Rhanna Martins Um casal de Santos, no litoral de São Paulo, está entre as últimas pessoas que viajaram ao Peru antes da chegada do novo coronavírus ao país e não conseguiram retornar ao Brasil. O G1 conversou com a professora Rhanna Martins Franco, de 22 anos, que está em um intercâmbio que tinha previsão inicial de término em julho. O namorado dela, que chegou ao Peru para uma visita, pouco antes do país fechar as fronteiras, também não conseguiu voltar. Rhanna viajou ao Peru no início de janeiro para estudar e ensinar português para alunos estrangeiros. O contrato inicial terminava em julho, quando ela deveria voltar para casa. Em março, seu namorado foi visitá-la, para ficar cerca de 15 dias. Em 16 de março, o Peru fechou as fronteiras por tempo indeterminado, como medida para combater a transmissão do novo coronavírus pelo país. Brasileiros e outros estrangeiros foram pegos de surpresa com a decisão e permaneceram retidos no país, dependendo de voos humanitários negociados pelo Itamaraty. Apesar da medida anunciada ter sido por apenas 15 dias, a situação foi prorrogada até então. Desde o fechamento, 12 voos humanitários saíram de Lima, capital peruana, para repatriar brasileiros. Rhanna afirma que ela e 180 brasileiros, que se comunicam por mensagens, não têm condições de viajar à capital. "Estamos há pelo menos 16 horas de Lima. É muito longe e a estrada é perigosa. Todos temos medo. Estamos em um lugar estrangeiro, não conhecemos as coisas daqui", afirma. Rhanna vive atualmente na cidade de Arequipa, mas tenta ajuda para voltar ao Brasil Arquivo pessoa/Rhanna Martins "A saúde daqui está colapsando. Os casos estão muito altos, é muito angustiante não saber como as coisas vão ficar ", desabafa. "Eu até tenho um seguro saúde, mas é de um dos hospitais que não consegue mais atender ninguém, com fila [de pacientes] do lado de fora." Ela conta que, recentemente, ela e o namorado contraíram Covid-19, com diferença de uma semana. O namorado teve sintomas de gripe, dores no corpo e perda de paladar. Ela, por sua vez, teve dor no corpo, dor nos olhos e tosse. Ambos estão se recuperando e passam bem. Saudade de casa Rhanna conta que, durante este período, está morando com o namorado em um apartamento que divide com um casal peruano e uma criança na cidade de Arequipa. Desde o início da pandemia, ela e a outra família sofrem com a infestação de carrapato do lugar. "Não tenho outro lugar para onde ir, porque ninguém quer aceitar estrangeiros em um momento como esse, sem certeza de quando tempo ficará no Peru", desabafa. Apesar do contrato do estágio terminar em julho, a professora conseguiu estender o prazo final até outubro. Mesmo assim, ela pretende sair do país o quanto antes. "Quero ver minha família, estar em casa. Tenho uma sobrinha pequena que é muito ligada a mim, quero poder vê-la novamente." Brasileira tenta voltar para casa desde março, quando Peru fechou as fronteiras Reprodução/Facebook Embaixada brasileira A professora afirma que tentou contato com a embaixada brasileira no Peru, mas que não obtém retorno sobre a possibilidade de repatriação. "Dizem que não há previsão de novos voos. Justificam que já saíram 12 voos e que não podem fazer mais nada pela gente." Ela diz, ainda, que questiona o órgão sobre quais providências estão sendo tomadas pra tirar ela e os outros 180 brasileiros com quem mantêm contato. "A resposta que a gente sempre recebe é que as fronteiras estão fechadas e que estão encontrando impasses para resolver isso." Na última semana, a embaixada brasileira no Peru compartilhou, nas redes sociais, que uma agência aérea estaria oferecendo um voo privado com trajeto até o Brasil. Apesar de publicado em um perfil oficial da embaixada, a professora aponta que não há garantias sobre a procedência da empresa. Initial plugin text "A embaixada se isentou de qualquer responsabilidade com esse voo. Então se a gente paga, por exemplo, e essa empresa some, ninguém é responsável", afirma. "O voo custa R$ 3 mil, é impossível pra gente, e nem sabemos se realmente vai sair. Não temos garantia de nada. Está bem desesperador." Procurado pelo G1, o Itamaraty respondeu, por nota, que vem dedicando "máxima atenção ao retorno dos brasileiros que solicitam repatriação", (leia a nota na íntegra abaixo). Aponta também que até o momento, cerca de 38 mil brasileiros foram repatriados, desde o início da pandemia, por meio de voos humanitários e, também, com auxílio de ônibus para transportar brasileiros em outras cidades do Peru até Lima, de onde saem os voos. Leia na íntegra a nota enviada pelo Itamaraty "Desde o início da pandemia, o Itamaraty vem dedicando máxima atenção ao retorno dos brasileiros que solicitam repatriação. Para tanto, em março último, foi estabelecido o Grupo Consular de Crise. Até o momento, foram repatriados com o apoio do Itamaraty cerca de 38.800 brasileiros, em operações que incluíram a contratação direta de voos fretados ou o apoio institucional de nossa rede de embaixadas e consulados. Com relação ao Peru, o Itamaraty, por meio da Embaixada em Lima, já viabilizou o retorno de 1785 brasileiros retidos naquele país, sem custos, e a realização de doze voos de repatriação desde o início da pandemia. Além de negociações com as companhias aéreas e o governo local, as operações incluíram a realização de dois voos da FAB que trouxeram, em 25 de março, 59 brasileiros e 7 estrangeiros residentes retidos em Cusco e voo fretado pelo Itamaraty, no dia 1º de abril, que repatriou 168 pessoas localizadas em Lima. O mais recente voo foi realizado em 25 de junho. Com vistas a apoiar brasileiros que não se encontravam na capital peruana, a Embaixada do Brasil em Lima contratou, por ocasião de voo realizado em 15 de abril, dois ônibus para transportar brasileiros localizados em demais cidades do Peru - inclusive Arequipa - até o local de partida do voo, em Lima. O Itamaraty permanece mobilizado na busca de soluções para casos de necessidade de repatriação ou de assistência a cidadãos desvalidos. A Embaixada em Lima mantém lista atualizada de cidadão que tencionam regressar ao Brasil e continua empenhada em realizar gestões junto a empresas de fretamento aéreo e de transporte rodoviário para viabilizar novas oportunidades de retorno. Em razão das restrições de circulação determinadas pelo governo peruano, a representação brasileira segue, igualmente, realizando gestões junto às autoridades peruanas para obtenção de autorizações de deslocamento até Lima, bem como à região de fronteira."